Roedelius escreveu torto por linhas que nunca quis direitas, antes experimentais, antes policrómicas, banda-sonora para arrelias termodinâmicas de krautrock e electrónica. Aos 81 anos, poderia se calhar resignar-se ao comodismo do cabelo branco, mas o alemão acha não só que ainda pode ensinar, como também aprender. À semelhança do que fez no último Semibreve, convida um plantel de músicos nacionais para se apresentar ao Teatro Maria Matos já dia 16, simbiose transcional de vontades e botões. Bilhetes variam entre os 7 e 14€.