Os carnavais de Keijo Niinimaa costumam ser outros, e o sambódromo também: do carro alegoricamente bêbado onde viajam os Rotten Sound sempre a bater ali no red line, passou, neste intervalo que o tempo lhe deu, para a furgonete a gasóleo que são os Morbid Evils. Doom fervido pelos mais repugnantes silos, de asquerosa produção, com aquele travo a álcool etílico sempre tão bem destilado num fígado finlandês que apenas não encontra remédio para a ingestão de plutónio. Lembram-se do velho adágio dos Rotten Sound: fast music for slow people? “In Hate With The Burning World” é congenitamente pachorrento para gente não menos trôpega.