Pá, não me importa quantas vezes o black metal atmosférico se repete na sua própria projecção de grandeza, cheio de silêncios mesomórficos e volutas depressivas em overload. Quando é bom, é mesmo bom e o Lord Vast, outro peregrino solitário nesta marcha traiçoeira de existência, sabe reerguer todos os suseranos do género para “Eternidad Solemne”. Não sei bem como, mas ele lá conseguiu fazer chover no México com uma cortante melancolia de relâmpagos. Os interlúdios são belíssimos.